Tuesday, July 24, 2007
Monday, July 23, 2007
Os dois melões da instrutora
Frequento um ginásio feminino há quase três meses. Sendo feminino, menino não entra. Só o frequentam mulheres. As instrutoras também são só mulheres. Uma delas, brasileira, esteve cerca de um mês e meio a passar férias no seu país de origem. Na semana passada voltou. Com ela trazia dois melões ao peito. Traduzindo para miúdos, a moça foi ao Brasil de férias e aproveitou para colocar umas mamocas novas.
Assim que a vi, detectei logo ali algo diferente. Era a t-shirt. A t-shirt justíssima quase rebentava com o que tinha por baixo. Os dois melões enoormes quase chegavam ao pescoço. A moça de pouco mais de metro e meio, magríssima, tinha agora dois melões ao peito. Duas bóias de salvação. Dois airbags. Duas bolas de futebol. De tão esticadas que estavam, até impressionava quem olhasse para elas.
A moça estava nas suas sete quintas. Feliz da vida com os seus dois melões. Fez questão de os mostrar e tudo, e tudo, e tudo. E lá estavam eles, com cerca de dez centímetros a separá-los. Redondos. Muito redondos. Exageradamente redondos. Por baixo tinham uma cicatriz feia. Vermelha. Larga. Quelóide.
Eu entendo perfeitamente que uma pessoa recorra à cirurgia plástica para corrigir o seu peito. Se isso a faz feliz, acho muito bem que o faça. Eu não o faria. Sujeitar-me a uma anestesia geral para ficar com duas bolas ao peito, não obrigada. Talvez por saber o que custa uma anestesia geral. Talvez por não gostar do resultado final de um peito com silicone. Talvez por receio de não conseguir detectar, através da palpação, qualquer lesão no peito com o silicone por baixo. Talvez por gostar do meu peito como ele é.
Sunday, July 22, 2007
Eu sei, deve ser só impressão minha
Não deixa de ser curioso, que os comentários insultuosos surjam sempre após a ausência de um certo comentador. Eu sei, deve ser só impressão minha.
(Há uma certa pessoa que comenta quase todos os posts durante um tempo. Depois está alguns dias sem aparecer e eis que surge o tal tarado sexual com comentários insultuosos. Isto já se repete há algum tempo. A mesma forma de escrever. A mesma linguagem. A mesma arrogância. A mesma burrice. Os mesmo distúrbios sexuais. Eu sei, deve ser só impressão minha.)
É impressão minha…
Por acaso, mas só por acaso…
… acho (não tenho a certeza, porque ia distraída com o giraço do carro do lado) que acabei de passar pelo radar do aeroporto, acima da velocidade permitida por lei. Vamos a ver se o carteiro não toca duas vezes.
(Raios partam estes giraços. A única coisa que sabem fazer, é distrair leides como eu. Depois pimba. É vê-las a pagar multas à doida. Malvados.)
Wednesday, July 18, 2007
Volto no Domingo*
Estive a ver cinco minutos de Morangos com Açúcar…
… vou só ali vomitar, já volto.
(Seres irritantes disfarçados de pseudo-actores, do mais fraquinho que vi até hoje. Sempre a fazer caretas, a gritar, a gesticular, numa tentativa inglória de dar realismo às cenas. Gritam com os pais. Gritam com os amigos. Os diálogos variam entre ”Eu amo-o porque ele é bué fixe” , “Ela é uma cabra, vai pagá-las”, “Oh mãe qual é a tua? O que estavas a fazer aos beijos ao X? Vou contar tudo ao pai, ouviste?”. Haja paciência.)
Tuesday, July 17, 2007
Há poucas amizades assim
Sempre a conheci. Brincámos dias inteiros juntas. Tivemos aquelas doenças de criança (varicela, papeira) juntas. Tornámo-nos adolescentes juntas. Crescemos juntas. Tivemos os primeiros namorados. Estudámos. Começámos a trabalhar. Sempre juntas. Até comprámos casa perto uma da outra. É aquela pessoa a quem eu ligo às tantas da manhã para dizer que não estou bem. Ela faz o mesmo comigo. Sempre que tenho alguma consulta médica ou um exame, ela acompanha-me. É o meu número de emergência. Eu também sou o dela. Entendemo-nos como ninguém. Está sempre primeiro do que qualquer namorado. É que eles vêm e vão. Ela está sempre lá. Sempre foi assim. Claro que nos chateamos de vez em quando. Coisa pouca. Passados cinco minutos já nos estamos a rir. É uma irmã. Ou melhor, é mais do que uma irmã. She is my friend. She’s my family. My insides.
Monday, July 16, 2007
Com que então a falar de mim!!
Sunday, July 15, 2007
Da próxima vez…
… que eu tiver a infeliz ideia de ir à praia ao fim-de-semana, têm autorização para me dar um tiro no pé. Mas só no pézinho, sim? De preferência com balas de borracha. Humm, se calhar estou a exagerar. Ainda arranjo algum trinta e um. Têm sim, autorização para me amarrar a qualquer lado. Mas com cordas que não magoem. Ok?

(Para dizer adeus à minha cor Dita Von Tesse, decidi ir à praia no sábado de manhã. Pior ideia era impossível. Mas quando é que eu ganho juizinho? Hã? Para chegar à praia foi um martírio. Para estacionar outro. Chegada à praia, quase tive de pedir licença para estender a toalha. Gente por todo o lado. Uma hora e meia depois de chegar, já estava de partida. A confusão para sair foi tal, que eu estava a ver que o meu lindo pópó saía de lá completamente mazelado. Bah. E a cor Dita Von Tesse mantém-se.)






