Tuesday, October 30, 2007
Sunday, October 28, 2007
O traste
Eu, uma mulher que namorou os homens mais decentes e interessantes da zona de Lisboa e arredores, também tive o meu traste. Foi um fogacho. Um fogacho daqueles fraquinhos. Um fogacho fraquinho, mas que me fez andar com um sorriso de orelha a orelha durante uma semana e meia. Foi o tempo que durou, até o traste ter desaparecido para nunca mais dar notícias. A princípio estranhei. Nunca tal coisa me tinha acontecido. Mas depressa dei conta que o traste me tinha dado um pontapé no rabo sem dizer ai nem oi. Sem dó nem piedade. Malvado.
Orgulhosa como eu sou, também não me mexi. Tentei ligar-lhe uma vez (não atendeu) e enviei-lhe um sms, por descargo de consciência, a perguntar se lhe tinha acontecido alguma coisa. Não fosse ele estar numa cama de um hospital ou numa morgue, e eu ali a fazer filmes. A partir daí nada. Apaguei todos os sinais da sua existência (perfil do hi5, messenger, nº de telemóvel, fotografias) e continuei a minha vidinha, sempre esperando um sms com um pedido de desculpas por ter desaparecido. Mas nada. Nada.
Ora qual não é o meu espanto quando, passados quase 2 anos (sim, 2 anos), recebo um sms dele. Olá. Estive a ver fotos antigas e lembrei-me de ti. Tenho saudades tuas. Sei que não fui correcto, mas nunca é tarde para um pedido de desculpas. E assinava no fim.
Claro que nunca lhe respondi. É que o traste, além de traste, ainda consegue ser estúpido. Acharia ele que eu estaria à sua espera de bracinhos abertos? Por favor.
Regozijei-me de tal forma com tudo isto, que até tive medo de mim mesma.
Saturday, October 27, 2007
Expliquem-me como se eu tivesse 4 anos
(Só ainda não mudei, porque me dá pena deixar para trás tudo o que foi escrito. Quem me manda ser assim agarrada às coisas? Bah. )
Wednesday, October 24, 2007
E eis que as nuvens negras se afastam
(Pois é, afinal não vou à faca. Pelo menos por agora. Vou à agulha. E espero boas notícias.)
(Alf, rita, Black Cat, Luna, Miss detective, hl, leao xxi, Mak , Alba, Constancinha, Rubina, Ervilhinha e a todos, obrigada pelas palavras. Agradeço do fundo do coração. São uns queridos.)
Sunday, October 21, 2007
Malvadas nuvens negras

Depois da tormenta que se abateu sobre mim, começo a ver um pedacinho de céu azul. As nuvens negras continuam lá, mas espero que se afastem por completo nas próximas semanas. Sei que vou ter de sofrer mais um bocado. Talvez tenha de ir mais uma vez à faca. Talvez não. Apenas espero que as nuvens negras desapareçam e que não me voltem a atormentar tão cedo. Não há meio de me deixarem em paz. Malvadas.
Queria agradecer a todos os queridos que me enviram e-mails. Queria agradecer à sô dona Black Cat que me enviou o Javier Bardem nu (que, por acaso, tem uma piloca assim a atirar para o pequeno. a Black Cat diz que estava mirradinha porque ele vinha a sair da água fria. não me convenceu.) para me animar. Queria agradecer também ao workaholic de 1,85m (nham, nham) e olhos penetrantes.
(A parte do nham, nham não é o que estão a pensar. É só uma inocentezinha private joke.)
Thursday, October 18, 2007
Wednesday, October 17, 2007
Se a inveja matasse…
Se a inveja matasse, também havia muita loira desenxabida sem batimentos cardíacos, ali para os lados de hollywood.
Monday, October 15, 2007
Haverá coisinha mais ridícula…

… do que o piscar de olho do José Rodrigues dos Santos, no final do Telejornal? Não há ninguém que lhe diga que não está a apresentar nenhum talk show? É que ele, provavelmente, ainda não se apercebeu. Então e aquele sorriso malandro é para quê? Não há ninguém que lhe dê um valente chuto naquele rabo magricelas, assim como quem não quer a coisa?
Expliquem-me como se eu fosse muito burra, porque é que um simples pivot de informação tem de piscar o olho, no final do Telejornal?
Não há nada como o querido Mário Crespo. Nada.




